No Encore temos dois prestes para Blu-Ray, o Mpeg2 e o H264, esse último possui uma qualidade superior ao do Mpeg2 mas a conversão é mais demorada o que vai demandar mais tempo na finalização do seu projeto. Claro que o tempo de finalização depende da configuração da sua máquina, mas pode contar que um sempre vai demorar o dobro do outro.
Problema de Codec
quarta-feira, 9 de julho de 2014
domingo, 6 de julho de 2014
Retorno e aulas de Adobe Encore CS6
Estou de volta nesse Blog e após tanto tempo ausente os formatos de vídeo migraram em sua totalidade para HD e com isso o autoração mudou para o sistema Blu-Ray onde o Adobe Encore executa com muita propriedade.
A partir de agora escreverei sobre os processos de autoração com o CS6 e algumas dicas para que todos consigam ter seu produto final com qualidade e de maneira fácil, também estarei aqui para tirar dúvidas de todo mundo.
A partir de agora escreverei sobre os processos de autoração com o CS6 e algumas dicas para que todos consigam ter seu produto final com qualidade e de maneira fácil, também estarei aqui para tirar dúvidas de todo mundo.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Encore e Blu-Ray
Sou um editor que gosto muito de trabalhar com Adobe, principalmente para autorar DVD´s, mas agora com a tecnologia Blu-Ray, as coisas mudaram e existem inúmeros "Bug´s", e ou incompatibilidades, principalmente depois de finalizados. Um dos problemas está na hora de inserir um menu animado, vídeo ou direto do After Effects, ele não consegue finalizar apontando erros. Outro problema é a navegação no menu do player de mesa que encontra barreiras para se adaptar com o blu-ray autorado. Creio que o Encore esteja passando por ajustes para garantir como sempre a perfeição de suas autorações, mas enquanto isso sofremos com os problemas.
Caso alguém tenha passado por algo semelhante comentem para que possamos trocar idéias sobre esses problemas e resolvê-los.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Sinais de Vídeo
1080ium dos dois tipos de formatos HD; o formato 1080i possui resolução vertical de 1080 linhas e seusquadros de imagem são montados através da forma entrelaçada (daí o "i" após "1080").
23,97(frames / seg) O frame rate real do sinal de vídeo no padrão NTSC é 29,97qps e não 30qps, uma redução de 0,1%, correspondentes a, mais precisamente, um fator de 1000/1001. Já os filmes empregam desde o estabelecimento do cinema sonoro a frequência de 24qps. Várias câmeras de vídeo permitem a gravação em 24qps, para possibilitar a transferência do conteúdo gravado para película cinematográfica (processo denominado transfer) com mais facilidade. No entanto as câmeras voltadas para o segmento semi-profissional com esta característica geram os 24 quadros embutidos dentro de um sinal padrão NTSC, utilizando a técnica Pull Down. Ou então o Pull Down pode opcionalmente não ser feito (na opção de gravação direta em cartões de memória como o cartão P2 por exemplo) mas ainda assim, a captura original das imagens dentro da câmera antes das transformações internas para gerar os diversos tipos de saída segue o padrão NTSC em termos de frame rate (mesmo utilizando 60qps no modo progressive scan, como muitas câmeras HD fazem, o frame rate real é na verdade 59,94qps).
Com isso, os 24 quadros gerados também ficam submetidos à redução de 0,1% no frame rate, tendo-se assim 24000/1001 = 23,97602397602397602397602397... o que é representado em alguns sistemas como "23,97", em outros como "23,98", em outros como "23,976" ou ainda simplesmente "23", querendo dizer a mesma coisa de forma simplificada. Por outro lado, equipamentos profissionais permitem, como opção, a gravação de exatos 24qps, utilizando técnicas como por exemplo a gravação em PsF(Progressive Segmented Frame).
No caso das câmeras que não gravam 24 quadros reais (e sim 23,97 como visto acima), se o conteúdo de imagem gerado sofrer transfer, após o mesmo, o filme será exibido em uma cadência ligeiramente mais rápida do que a utilizada na captura.
24preferência ao padrão de sinal de vídeo NTSC utilizado em sua variação progressive com 24 quadros por segundo. Cada quadro é montado linha a linha em 1/24seg., e essa cadência (frame rate) é a mesma utilizada no cinema. O objetivo é obter um sinal que possa com mais facilidade ser transferido para película - devido à coincidência de frequência de quadros - além de imitar o aspecto de "borrão" existente nas películas para imagens em movimento. O "24" em "24p" faz referência a 24 quadros progressivos e o "p" ao referido modo.
25po mesmo que 30p, porém para o sistema PAL, que utiliza frame rate de 25 quadros/segundo.
29,97(frames / seg) No início da década de 50, nos EUA, o comitê National Television System Committee estabeleceu o padrão para TV colorida conhecido como NTSC. Como já existia uma grande base de aparelhos P&B funcionando, para manter a compatibilidade com eles o novo sistema deveria ter suas imagens captadas sem problemas por esses aparelhos também. Desenvolver um sistema completamente novo faria com que todos esses televisores tornassem-se obsoletos da noite para o dia, exigindo assim sua troca, e a coexistência de 2 sistemas não era algo prático nem viável.
A solução encontrada foi embutir os sinais de cores dentro do sinal já existente P&B, de modo que televisores antigos simplesmente o ignorassem. Para isso, através da técnica de multiplexação (que, de maneira simplificada, nesse caso significa ter diferentes tipos ondas eletromagnéticas (chamadassubportadoras) "montadas" sobre uma mesma onda principal (chamada portadora) onde varia-se a frequência dessas ondas subportadoras) foi incluída uma nova onda no sinal, correspondendo a sua parte de cor. Como os aparelhos antigos não "liam" essa frequência nova, estava revolvido o problema.
Os engenheiros perceberam no entanto que essa nova frequência de onda incluída causava interferências no sinal de áudio do sistema, que possuía frequência próxima da frequência do novo sinal de cor. Para minimizar o problema de poder ocorrer essa interferência, algumas modificações no padrão original tiveram que ser feitas, sempre de modo a não interferir na recepção dos sinais P&B pelos antigos televisores. E uma dessas modificações foi reduzir ligeiramente o frame rate do sinal, em uma taxa de 0,1% (mais precisamente o resultado da divisão de 1000/1001, ou seja, 0,999000999000999000999000999...).
Com isso, ao invés de se ter 30qps, passou a ter-se 30000/1001 = 29,97qps (ou, mais precisamente, 29,97002997002997002997002997... qps). Esse fato levou a criação de técnicas como a do drop frame Timecode, para opcionalmente ajustar a contagem de tempo do vídeo com a do tempo real. Como o vídeo "corre" mais lentamente do que o tempo real (em uma taxa de 0,1%, como visto acima), ao término de cada minuto (exceto os terminados em "0") a numeração de contagem dos quadros no Timecode avança 2 quadros, para compensar essa diferença do frame rate do sistema NTSC com o tempo real.
fonte:
http://www.fazendovideo.com.br/index.asp
23,97(frames / seg) O frame rate real do sinal de vídeo no padrão NTSC é 29,97qps e não 30qps, uma redução de 0,1%, correspondentes a, mais precisamente, um fator de 1000/1001. Já os filmes empregam desde o estabelecimento do cinema sonoro a frequência de 24qps. Várias câmeras de vídeo permitem a gravação em 24qps, para possibilitar a transferência do conteúdo gravado para película cinematográfica (processo denominado transfer) com mais facilidade. No entanto as câmeras voltadas para o segmento semi-profissional com esta característica geram os 24 quadros embutidos dentro de um sinal padrão NTSC, utilizando a técnica Pull Down. Ou então o Pull Down pode opcionalmente não ser feito (na opção de gravação direta em cartões de memória como o cartão P2 por exemplo) mas ainda assim, a captura original das imagens dentro da câmera antes das transformações internas para gerar os diversos tipos de saída segue o padrão NTSC em termos de frame rate (mesmo utilizando 60qps no modo progressive scan, como muitas câmeras HD fazem, o frame rate real é na verdade 59,94qps).
Com isso, os 24 quadros gerados também ficam submetidos à redução de 0,1% no frame rate, tendo-se assim 24000/1001 = 23,97602397602397602397602397... o que é representado em alguns sistemas como "23,97", em outros como "23,98", em outros como "23,976" ou ainda simplesmente "23", querendo dizer a mesma coisa de forma simplificada. Por outro lado, equipamentos profissionais permitem, como opção, a gravação de exatos 24qps, utilizando técnicas como por exemplo a gravação em PsF(Progressive Segmented Frame).
No caso das câmeras que não gravam 24 quadros reais (e sim 23,97 como visto acima), se o conteúdo de imagem gerado sofrer transfer, após o mesmo, o filme será exibido em uma cadência ligeiramente mais rápida do que a utilizada na captura.
24preferência ao padrão de sinal de vídeo NTSC utilizado em sua variação progressive com 24 quadros por segundo. Cada quadro é montado linha a linha em 1/24seg., e essa cadência (frame rate) é a mesma utilizada no cinema. O objetivo é obter um sinal que possa com mais facilidade ser transferido para película - devido à coincidência de frequência de quadros - além de imitar o aspecto de "borrão" existente nas películas para imagens em movimento. O "24" em "24p" faz referência a 24 quadros progressivos e o "p" ao referido modo.
25po mesmo que 30p, porém para o sistema PAL, que utiliza frame rate de 25 quadros/segundo.
29,97(frames / seg) No início da década de 50, nos EUA, o comitê National Television System Committee estabeleceu o padrão para TV colorida conhecido como NTSC. Como já existia uma grande base de aparelhos P&B funcionando, para manter a compatibilidade com eles o novo sistema deveria ter suas imagens captadas sem problemas por esses aparelhos também. Desenvolver um sistema completamente novo faria com que todos esses televisores tornassem-se obsoletos da noite para o dia, exigindo assim sua troca, e a coexistência de 2 sistemas não era algo prático nem viável.
A solução encontrada foi embutir os sinais de cores dentro do sinal já existente P&B, de modo que televisores antigos simplesmente o ignorassem. Para isso, através da técnica de multiplexação (que, de maneira simplificada, nesse caso significa ter diferentes tipos ondas eletromagnéticas (chamadassubportadoras) "montadas" sobre uma mesma onda principal (chamada portadora) onde varia-se a frequência dessas ondas subportadoras) foi incluída uma nova onda no sinal, correspondendo a sua parte de cor. Como os aparelhos antigos não "liam" essa frequência nova, estava revolvido o problema.
Os engenheiros perceberam no entanto que essa nova frequência de onda incluída causava interferências no sinal de áudio do sistema, que possuía frequência próxima da frequência do novo sinal de cor. Para minimizar o problema de poder ocorrer essa interferência, algumas modificações no padrão original tiveram que ser feitas, sempre de modo a não interferir na recepção dos sinais P&B pelos antigos televisores. E uma dessas modificações foi reduzir ligeiramente o frame rate do sinal, em uma taxa de 0,1% (mais precisamente o resultado da divisão de 1000/1001, ou seja, 0,999000999000999000999000999...).
Com isso, ao invés de se ter 30qps, passou a ter-se 30000/1001 = 29,97qps (ou, mais precisamente, 29,97002997002997002997002997... qps). Esse fato levou a criação de técnicas como a do drop frame Timecode, para opcionalmente ajustar a contagem de tempo do vídeo com a do tempo real. Como o vídeo "corre" mais lentamente do que o tempo real (em uma taxa de 0,1%, como visto acima), ao término de cada minuto (exceto os terminados em "0") a numeração de contagem dos quadros no Timecode avança 2 quadros, para compensar essa diferença do frame rate do sistema NTSC com o tempo real.
fonte:
http://www.fazendovideo.com.br/index.asp
domingo, 1 de novembro de 2009
Importando para o Encore
Para importar você tem que ir em file > Import as, lá você terá quatro opções para importar os seus itens para o projeto: Assets, menu, timeline e slideshow. A opção menu permite que você importe para o projeto menus, .psd, feito em Photoshop ou Ilustrator. A opção sildeshow permite que você importe fotos que o encore automaticamente colocará em sequência criando um video com elas. Já com a opção timeline poderá importar video e áudios vinculados a ele que será usado no seu DVD. Com o import assets você pode colocar no seu projeto diversos arquivos que podem ser utilizados, como video, audio, jpeg, e assim podendo depois serem adicionados no seu timeline, menu, animação dos menus, transições e slideshows. Todos esses arquivos após serem importados, ficam na janela de projetos do seu DVD.
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